Para o Pe. Jose Eduardo Oliveira e Silva, a santidade não é privilégio espiritual, mas resposta ao amor que Deus dirige a cada pessoa, independentemente de condição, história ou estado de vida. A santidade como vocação universal. Se você deseja compreender por que a fé cristã não reserva a santidade a poucos escolhidos, mas a apresenta como destino oferecido a todos, prossiga a leitura e veja um horizonte no qual graça, liberdade e responsabilidade se encontram.
Chamados desde a origem
A vocação à santidade nasce do próprio ato criador. Segundo o teólogo Jose Eduardo Oliveira e Silva, Deus não faz seres humanos para a mediocridade moral, mas para a comunhão com Ele. Essa grandeza não depende de talentos, méritos ou posições sociais; deriva da dignidade recebida. Cada pessoa carrega dentro de si uma capacidade real de amar, perdoar, servir e buscar a verdade. A santidade não é adição posterior, mas cumprimento daquilo que somos chamados a ser.

A graça que sustenta o caminho
A santidade não é fruto de esforço isolado, mas obra da graça que transforma. De acordo com o filósofo Jose Eduardo Oliveira e Silva, a iniciativa é sempre divina: Deus oferece força, luz e misericórdia para que cada fiel avance, mesmo com fragilidades e quedas. A graça não anula a liberdade; ilumina-a. A santidade cresce quando a pessoa consente com o bem possível e permite que Deus molde afetos, escolhas e palavras. Esse dinamismo revela que o caminho espiritual é sempre encontro, nunca conquista solitária.
A vida cotidiana como campo de santificação
A santidade floresce nos ambientes comuns: família, trabalho, vida comunitária, estudos, compromissos discretos. Conforme explica o sacerdote Jose Eduardo Oliveira e Silva, o ordinário se torna lugar de encontro com Deus quando vivido com verdade e retidão. Não são os cenários grandiosos que santificam, mas a fidelidade nos gestos simples. Assim, cada momento se converte em oportunidade de amar. A vocação universal recorda que Deus pode ser servido em qualquer realidade humana.
Testemunho que ilumina o mundo
A santidade não se fecha em si mesma; irradia. Como alude o Jose Eduardo Oliveira e Silva, teólogo, a pessoa que vive segundo o Evangelho transforma o ambiente ao redor sem imposição, sem violência e sem alarde. Sua presença torna-se sinal de misericórdia, justiça, paciência e firmeza. O mundo reconhece, mesmo sem palavras, a autenticidade daquele que vive segundo Deus. Esse testemunho, silencioso ou explícito, desperta a sede do essencial.
Esperança que sustenta a perseverança
A santidade universal é também promessa: Deus acompanha cada fiel até o fim. Consoante o Pe. Jose Eduardo Oliveira e Silva, a esperança fortalece na provação, impede o desânimo e dá coragem para recomeçar. A vida espiritual não é linha reta, mas caminho de amadurecimento. A perseverança nasce da confiança naquele que não abandona sua obra. Assim, a santidade deixa de parecer ideal distante e se torna horizonte concreto, possível e fecundo.
Todos são chamados, cada um de modo único
A santidade como vocação universal revela um dos aspectos mais belos da fé cristã. Chamados desde a origem, sustentados pela graça, formados no cotidiano, testemunhas no mundo e apoiados pela esperança, tudo converge para a verdade de que Deus deseja a plenitude de cada pessoa. Como pontus Jose Eduardo Oliveira e Silva, filósofo, a vocação universal à santidade não nivela identidades, mas as transfigura. Onde essa verdade é acolhida, o coração encontra rumo, e a vida inteira se torna resposta agradecida ao amor que chama.
Autor: Yuliya Sokolova

